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China: Novo túnel de vento vai ajudar a desenvolver caça de geração próxima até 2035

O novo túnel de vento da China, chamado FL-62, realizou sua primeira operação no dia 26 de maio, em um teste para uma nova aeronave não revelada, que provavelmente será um caça a jato da sexta geração mais avançado que o J-20 e o J-31.
Poder Aéreo


Referindo-se às novas aeronaves, o designer-chefe do jato J-20, Yang Wei, havia dito em um programa televisivo da CCTV que a China projetaria “uma aeronave muito diferente no futuro através da verdadeira inovação”.

O campo de fluxo gerado pelo túnel de vento foi estável e os dados de teste da aeronave foram coletados pela primeira vez, anunciou o Aerodynamics Research Institute, da estatal Aviation Industry Corporation of China (AVIC), em comunicado divulgado nesta terça-feira pelo Global Times.

A China iniciou o trabalho em um caça de última geração a ser apresentado até 2035 ou mais cedo, segundo Wang Haifeng, arquiteto-chefe do Instituto de Pesquisa e Design de Aviões de Chengdu da AVIC em 2019, que também participou do desenvolvimento dos av…

Força Aérea dos EUA é ‘senil’ e precisa de mais aviões para conter Rússia e China, diz especialista

Força Aérea dos EUA é "senil" e precisa de mais bombardeiros para conter Rússia e China, diz especialista


Sputnik

De acordo com o general Timothy Ray, chefe do Comando de Ataque Global, a USAF precisa de 225 bombardeiros para responder à suposta ameaça representada por rivais como a Rússia e a China. O militar norte-americano enfatizou que a quantidade desse tipo de aeronaves deveria aumentar de 156 para mais de 220.

Bombardeiros B-25 norte-americanos comemoram o aniversário do ataque de Doolitle contra Tóquio durante a segunda guerra mundial.
B-25 Mitchel © AP Photo / Mark Duncan

"O número ideal é cerca de 225 ou mais. O B-1 e o B-2 são aviões antigos", acrescentou.

Especialistas notam que o problema da frota de bombardeiros se agrava porque as aeronaves são antigas: os B-1, B-2 e B-52 em serviço nos Estados Unidos foram desenvolvidos há décadas.

Ainda que Washington esteja melhorando a capacidade de seus aviões, o que permitirá mantê-los em operação ainda por muitos anos, a USAF necessita de novas plataformas, como o B-21 Raider, que deve ficar disponível na década de 2020.

"A USAF é uma força geriátrica: tem bombardeiros, aviões de reabastecimento e aeronaves de treinamento de mais de cinquenta anos de idade, helicópteros de mais de quarenta e caças de mais de trinta anos, além de uma escassez de mais de 2.000 pilotos", comentou, por sua vez, o tenente-general David Deptula, reitor do Instituto Mitchell para Estudos Aeroespaciais.

O general Ray lembrou que o problema dos bombardeiros se agrava ainda mais pela ausência de aviões dessa classe entre os aliados dos Estados Unidos: "Os aliados não possuem bombardeiros", disse.

As declarações do general parecem refletir as preocupações expressas em diversas ocasiões pelos líderes do Pentágono de que a USAF não consiga manter-se à altura das rivais russa e chinesa até 2025.

A USAF considera necessário aumentar o número de esquadrões de combate de 312 para 386. O mais recente plano da instituição inclui a criação de 22 novos esquadrões de exploração, sete de caças e cinco de bombardeiros, destacou o portal.

A questão central é se os Estados Unidos serão capazes de impedir esse atraso. Como sempre, os altos funcionários destacaram a necessidade de aumentar o orçamento militar.

"Infelizmente, a Força Aérea tem estado consistentemente subfinanciada há mais de vinte anos. Por isso, a USAF hoje é a mais antiga, a menor e a mais despreparada de toda a história de sua existência. Já não estamos lidando com forças semelhantes à nossa, mas sim com forças iguais, dados os avanços militares empreendidos por China e Rússia", concluiu Deptula.

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