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Submarino da Segunda Guerra é encontrado 75 anos depois

Embarcação americana estava desaparecida desde 1944, quando foi atacada por aeronaves japonesas. Destroços são agora localizados por grupo de exploradores no Mar da China Oriental, a mais de 400 metros de profundidade.
Deutsch Welle

Um submarino dos Estados Unidos que desapareceu há 75 anos foi encontrado no fundo do Mar da China Oriental, segundo informou nesta segunda-feira (11) o grupo Lost 52 Project, que busca embarcações americanas desaparecidas.

Com uma tripulação de 80 membros, o submarino USS Grayback sumiu do mapa em 1944, após ser atacado por aeronaves japonesas durante a Segunda Guerra Mundial.

Agora, seus destroços foram achados na costa de Okinawa, no Japão, pelo explorador Tim Taylor e sua equipe do Lost 52 Project, que se dedica a procurar e fornecer informações sobre submarinos e marinheiros americanos desaparecidos na Segunda Guerra.



O USS Grayback nunca havia sido encontrado em parte porque as informações registradas pelos japoneses sobre o local em que o submarino afund…

Força Aérea dos EUA é ‘senil’ e precisa de mais aviões para conter Rússia e China, diz especialista

Força Aérea dos EUA é "senil" e precisa de mais bombardeiros para conter Rússia e China, diz especialista


Sputnik

De acordo com o general Timothy Ray, chefe do Comando de Ataque Global, a USAF precisa de 225 bombardeiros para responder à suposta ameaça representada por rivais como a Rússia e a China. O militar norte-americano enfatizou que a quantidade desse tipo de aeronaves deveria aumentar de 156 para mais de 220.

Bombardeiros B-25 norte-americanos comemoram o aniversário do ataque de Doolitle contra Tóquio durante a segunda guerra mundial.
B-25 Mitchel © AP Photo / Mark Duncan

"O número ideal é cerca de 225 ou mais. O B-1 e o B-2 são aviões antigos", acrescentou.

Especialistas notam que o problema da frota de bombardeiros se agrava porque as aeronaves são antigas: os B-1, B-2 e B-52 em serviço nos Estados Unidos foram desenvolvidos há décadas.

Ainda que Washington esteja melhorando a capacidade de seus aviões, o que permitirá mantê-los em operação ainda por muitos anos, a USAF necessita de novas plataformas, como o B-21 Raider, que deve ficar disponível na década de 2020.

"A USAF é uma força geriátrica: tem bombardeiros, aviões de reabastecimento e aeronaves de treinamento de mais de cinquenta anos de idade, helicópteros de mais de quarenta e caças de mais de trinta anos, além de uma escassez de mais de 2.000 pilotos", comentou, por sua vez, o tenente-general David Deptula, reitor do Instituto Mitchell para Estudos Aeroespaciais.

O general Ray lembrou que o problema dos bombardeiros se agrava ainda mais pela ausência de aviões dessa classe entre os aliados dos Estados Unidos: "Os aliados não possuem bombardeiros", disse.

As declarações do general parecem refletir as preocupações expressas em diversas ocasiões pelos líderes do Pentágono de que a USAF não consiga manter-se à altura das rivais russa e chinesa até 2025.

A USAF considera necessário aumentar o número de esquadrões de combate de 312 para 386. O mais recente plano da instituição inclui a criação de 22 novos esquadrões de exploração, sete de caças e cinco de bombardeiros, destacou o portal.

A questão central é se os Estados Unidos serão capazes de impedir esse atraso. Como sempre, os altos funcionários destacaram a necessidade de aumentar o orçamento militar.

"Infelizmente, a Força Aérea tem estado consistentemente subfinanciada há mais de vinte anos. Por isso, a USAF hoje é a mais antiga, a menor e a mais despreparada de toda a história de sua existência. Já não estamos lidando com forças semelhantes à nossa, mas sim com forças iguais, dados os avanços militares empreendidos por China e Rússia", concluiu Deptula.

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