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No Dia da Amazônia Azul, Marinha troca celebrações por combate ao óleo no litoral

Comemoração, realizada todos os anos no dia 16 de novembro, deu lugar à busca e contenção da substância que chegou a dez estados brasileiros.
Por Pedro Alves e Beatriz Castro | G1 PE e TV Globo

Em 2019, o Dia Nacional da Amazônia Azul é celebrado neste domingo (16). Anualmente, desde 2015, a Marinha do Brasil realiza uma comemoração para lembrar da importância do mar brasileiro. Neste ano, porém, diante do desastre ambiental causado pelas manchas de óleo no litoral, os esforços são concentrados no combate à substância, em uma ação chamada "Operação Amazônia Azul, Mar limpo é Vida!".

A Amazônia Azul é uma zona econômica marítima exclusiva do Brasil. O país tem o direito de explorar cerca de 5,7 milhões de quilômetros quadrados de oceano, o que equivale a, aproximadamente, metade da massa continental brasileira.

Essa área passou a ser chamada de Amazônia Azul justamente para indicar à sociedade a importância dessa faixa do oceano, já que é dela que saem cerca de 85% do petróleo, 7…

Turquia é alvo de sanções dos EUA – mas motivo não é Síria, diz analista

Congressistas dos EUA aprovaram um pacote de sanções contra a Turquia. De acordo com analista, Washington viola o direito internacional e usa a Síria como pretexto para atacar Ancara.


Sputnik

O serviço russo da Rádio Sputnik conversou com o cientista social Igor Shatrov sobre o recente pacote de sanções contra Ancara aprovado pela câmara baixa do Congresso norte-americano. O texto deve seguir para o Senado e, se aprovado, irá "ferir o espírito da OTAN", conforme afirmou o Ministério das Relações Exteriores da Turquia.

Presidente dos EUA, Donald Trump, concede entrevista ao lado de seu homólogo turco, Recep Tayyip Erdogan, em conferência da OTAN
Donald Trump e Recep Tayyip Erdogan © REUTERS / Tatyana Zenkovich

O pacote, aprovado por ampla maioria dos membros da Câmara dos Representantes, impõe sanções contra a Turquia em função da ofensiva militar na Síria e devido à compra de sistemas de defesa antiaérea russos S-400.

As restrições devem atingir o banco turco Halkbank e altos funcionários do governo, inclusive o ministro da Defesa da Turquia. Os deputados norte-americanos também solicitam informações sobre os ativos do presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, e sua família presentes em território norte-americano.

A Turquia rebateu, afirmando que os EUA deveriam se abster de "utilizar questões das relações bilaterais para satisfazer objetivos de política interna" e, ao contrário, tomar medidas para evitar a deterioração das relações entre os dois países.

O cientista político Igor Shatrov acredita que as sanções ferem o direito internacional e ignoram as vias diplomáticas de solução de controvérsias:

"Quando os EUA impõem esse tipo de sanções extraterritoriais, eles estão violando o direito internacional. É necessário investigar se houve violação do direito internacional por parte da Turquia e, caso afirmativo, aplicar medidas diplomáticas", declarou.

Shatrov demonstrou preocupação com a facilidade com que os EUA recorrem a sanções, sem análise cuidadosa dos fatos ou dos impactos em países terceiros.

"Eu acredito que, nesse caso específico, quem deve ser criticado não é a Turquia, mas os EUA, por utilizarem leis internas para atingir seus objetivos econômicos."

Shatrov não acredita que os Estados Unidos estejam dispostos a se sentar na mesa de negociações, uma vez que a questão da Síria foi utilizada como pretexto.

"O motivo principal para a imposição de sanções é a cooperação entre a Turquia e a Rússia", argumentou Shatrov.

Deterioração das relações Turquia-EUA

No dia 9 de outubro, a Turquia anunciou o início de uma ofensiva militar na região nordeste da Síria, com o objetivo de atacar milícias curdas, que até então recebiam apoio material e financeiro dos EUA.

Anteriormente, a compra pela Turquia de sistemas antimísseis russos S-400 havia gerado inquietação nos Estados Unidos, que ameaçaram suspender a entrega de caças F-35 caso Ancara não desistisse da compra.

A modernização das Forças Armadas turcas veio na esteira da reação de Ancara a uma tentativa de golpe de Estado, em julho de 2016, contra o atual presidente do país, Recep Tayyip Erdogan. O líder turco acusa um político vivendo no exílio nos Estados Unidos de estar por trás do ocorrido.

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