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China: Novo túnel de vento vai ajudar a desenvolver caça de geração próxima até 2035

O novo túnel de vento da China, chamado FL-62, realizou sua primeira operação no dia 26 de maio, em um teste para uma nova aeronave não revelada, que provavelmente será um caça a jato da sexta geração mais avançado que o J-20 e o J-31.
Poder Aéreo


Referindo-se às novas aeronaves, o designer-chefe do jato J-20, Yang Wei, havia dito em um programa televisivo da CCTV que a China projetaria “uma aeronave muito diferente no futuro através da verdadeira inovação”.

O campo de fluxo gerado pelo túnel de vento foi estável e os dados de teste da aeronave foram coletados pela primeira vez, anunciou o Aerodynamics Research Institute, da estatal Aviation Industry Corporation of China (AVIC), em comunicado divulgado nesta terça-feira pelo Global Times.

A China iniciou o trabalho em um caça de última geração a ser apresentado até 2035 ou mais cedo, segundo Wang Haifeng, arquiteto-chefe do Instituto de Pesquisa e Design de Aviões de Chengdu da AVIC em 2019, que também participou do desenvolvimento dos av…

China apoia ação mais firme para atacar raízes de tumultos em Hong Kong, diz autoridade

A China apoia uma ação mais firme para atacar as raízes dos tumultos que abalam Hong Kong há meses, disse uma autoridade chinesa de alto escalão nesta quarta-feira, poucas horas depois de um homem munido de uma faca atacar um parlamentar pró-Pequim na cidade sob controle chinês.


Por Jessie Pang e Kate Lamb | Reuters

HONG KONG - Han Zheng, um dos vice-primeiros-ministros da China, disse em uma reunião com a líder de Hong Kong, Carrie Lam, em Pequim, que os protestos antigoverno estão prejudicando a fórmula “um país, dois sistemas” por meio da qual a ex-colônia britânica é governada desde que foi devolvida à China em 1997.

Resultado de imagem para Chefe do Executivo de Hong Kong, Carrie Lam, durante entrevista coletiva em Pequim 06/11/2019 REUTERS/Jason Lee
Chefe do Executivo de Hong Kong, Carrie Lam, durante entrevista coletiva em Pequim 06/11/2019 REUTERS/Jason Lee

“Apoiamos com firmeza que o governo da região administrativa especial adote medidas mais proativas e mais eficientes para resolver os problemas sociais”, disse Han, falando na Casa Estatal de Hóspedes Diaoyutai da capital chinesa.

Ele disse que os problemas sociais incluem moradias inacessíveis na cidade, que é classificada como uma “região administrativa especial” da China.

Na terça-feira, o Partido Comunista chinês disse que não tolerará nenhum “comportamento separatista” depois que alguns manifestantes pediram independência. Han disse que a violência ultrapassou o “limite” do Estado de Direito e da moralidade.

O que começou como uma agitação contra um projeto de lei de extradição já descartado, que teria permitido que pessoas fossem enviadas à China continental para julgamento, se transformou em clamores por uma democracia plena e pelo fim de uma suposta interferência chinesa.

Pequim nega interferir e culpa governos estrangeiros por atiçarem os tumultos.

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