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No Dia da Amazônia Azul, Marinha troca celebrações por combate ao óleo no litoral

Comemoração, realizada todos os anos no dia 16 de novembro, deu lugar à busca e contenção da substância que chegou a dez estados brasileiros.
Por Pedro Alves e Beatriz Castro | G1 PE e TV Globo

Em 2019, o Dia Nacional da Amazônia Azul é celebrado neste domingo (16). Anualmente, desde 2015, a Marinha do Brasil realiza uma comemoração para lembrar da importância do mar brasileiro. Neste ano, porém, diante do desastre ambiental causado pelas manchas de óleo no litoral, os esforços são concentrados no combate à substância, em uma ação chamada "Operação Amazônia Azul, Mar limpo é Vida!".

A Amazônia Azul é uma zona econômica marítima exclusiva do Brasil. O país tem o direito de explorar cerca de 5,7 milhões de quilômetros quadrados de oceano, o que equivale a, aproximadamente, metade da massa continental brasileira.

Essa área passou a ser chamada de Amazônia Azul justamente para indicar à sociedade a importância dessa faixa do oceano, já que é dela que saem cerca de 85% do petróleo, 7…

EUA promete 'pressão máxima' sobre Maduro

Os Estados Unidos prometeram nesta terça-feira manter a "máxima pressão" para que o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, deixe o poder, ao imporem sanções a mais cinco funcionários de seu governo, que já integravam as listas negras de Canadá e União Europeia (UE).


France Presse

"Enquanto Maduro e seus aliados continuam enriquecendo, o povo venezuelano sofre brutalidade, violência e opressão nas mãos dos serviços de inteligência, de segurança e das Forças Armadas", declarou o secretário americano de Estado, Mike Pompeo.

O secretário de Estado americano, Mike Pompeo | AFP/Arquivos / SAUL LOEB

As medidas punitivas impostas pelo departamento do Tesouro mostram o compromisso dos Estados Unidos "de manter a máxima pressão" sobre o "regime de Maduro" para propiciar uma transição democrática na Venezuela.

Entre os funcionários atingidos está o almirante Remigio Ceballos, chefe do Comando Estratégico Operacional das Forças Armadas, que prometeu bloquear a entrada da ajuda internacional no país; e José Adelino Ornelas, secretário-geral do Conselho de Defesa da Nação, acusado de uso "excessivo da força" contra manifestantes e jornalistas.

As sanções atingiram ainda Néstor Blanco, major da Guarda Nacional Bolivariana; Pedro Miguel Carreño, ex-ministro do Interior e deputado da Assembleia Nacional Constituinte, e Carlos Alberto Calderón, comissário do Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (Sebin).

Os cinco tiveram todos os seus bens e ativos bloqueados direta ou indiretamente sob a jurisdição dos Estados Unidos, e não poderão realizar qualquer transação legal envolvendo entidades ou indivíduos americanos.

As medidas se somam às diversas sanções adotadas por Washington contra o governo Maduro, considerado ilegítimo pelos EUA e por outros 50 países, que reconhecem como presidente interino o líder opositor Juan Guaidó.


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