China considera retaliação contra sanções de projeto de lei dos EUA pela pandemia, noticia mídia

A China está extremamente insatisfeita com a posição dos EUA sobre o envolvimento de Pequim na propagação da COVID-19 e considera a imposição de sanções retaliatórias, noticia Global Times.


Sputnik

O país asiático manifestou fortes protestos e disse que o projeto ignora os fatos. "A China não só responderá simbolicamente, como tomará contramedidas que serão dolorosas para eles", diz a publicação citada pelos analistas.

O presidente dos EUA, Donald Trump, reunido com a liderança militar e a equipe de Segurança Nacional na sala do Gabinete na Casa Branca, em Washington D.C., EUA.
O presidente dos EUA, Donald Trump, reunido com a liderança militar sênior e a Equipe de Segurança Nacional | © REUTERS / YURI GRIPAS

De acordo com o jornal Global Times, citando fontes, pelo menos quatro congressistas e duas organizações farão parte da lista de sanções.

Projeto de lei contra Pequim

Anteriormente, o republicano norte-americano Lindsey Graham declarou que apresentou ao Senado dos EUA um projeto de lei "sobre a responsabilidade pela COVID-19" relativo a sanções contra a China pela propagação do coronavírus.

"Eu respeito Lindsey Graham, e certamente vou considerar isso. O projeto de lei para sancionar a China — então eu certamente vou analisar isso. Eu não vi isso ainda”, disse o presidente norte-americano Donald Trump, segundo uma transcrição publicada no website da Casa Branca.

O documento propõe a introdução de restrições caso os chineses não apresentem um relatório completo, no prazo de dois meses, sobre o surto da doença, com oito senadores republicanos votando a seu favor.

Embora os democratas dos EUA, que têm maioria na Câmara dos Deputados, não apoiem a ideia de impor sanções contra Pequim, Trump critica a China e reflete publicamente sobre como fazer com que o país "pague" pela pandemia. A China rejeita todas as acusações.

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