30 junho 2016

Militar da Marinha morre em acidente de moto na RJ-106

O sargento Gleidson dos Reis Paula trabalhava na base de São Pedro.

Acidente foi na Rodovia Amaral Peixoto, altura de Unamar, em Cabo Frio.


Do G1 Região dos Lagos

Um militar da Marinha do Brasil morreu em um acidente de moto na noite de segunda-feira (27) na RJ-106, a Rodovia Amaral Peixoto. O sargento Gleidson dos Reis Paula era lotado na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia e estava voltando do trabalho para casa, em Rio das Ostras. O acidente foi na altura de Unamar, no segundo distrito de Cabo Frio.



 

A idade dele não foi informada. Segundo a Marinha, a moto em que ele estava bateu em outro veículo. Gleidson chegou a ser socorrido para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Unamar. Ele ainda foi transferido para um hospital no centro de Cabo Frio mas não resistiu. A Marinha informou que está prestando apoio à família e que lamenta a perda do militar.

29 junho 2016

Militares do Exército morrem em acidente na BR-101, no RJ

Os 4 militares que morreram eram lotados na Bateria Antiaérea de Macaé.
A viatura em que eles estavam bateu na traseira de um ônibus.


Do G1 Região dos Lagos

Quatro militares lotados na 9ª Bateria de Artilharia Antiaérea de Macaé, no interior do Rio, morreram nesta segunda-feira (27) em um grave acidente na BR-101, na altura de São Gonçalo. Segundo informações do Comando Militar do Leste, eles iam para o Hospital do Exército e o veículo em que estavam se chocou com a traseira de um ônibus.


Soldados foram enterrados em Rio das Ostras (Foto: Cadu Alves/InterTV)
Soldados foram enterrados em Rio das Ostras (Foto: Cadu Alves / InterTV)

Os quatro militares estavam em um veículo oficial e morreram no momento do acidente. De acordo com a Autopista Fluminense, concessionária que administra a rodovia, outras duas pessoas ficaram feridas e foram atendidas e liberadas no local.

Ainda segundo a concessionária, o congestionamento chegou a cerca de 5 km e a pista foi liberada por volta das 10h, cerca de quatro horas após o acidente.

O Comando informou que está prestando apoio aos familiares. Disse ainda que não vai divulgar os nomes das vítimas até que todos os familiares sejam comunicados. A ocorrência foi registrada na 72ª Delegacia de Polícia (São Gonçalo).



28 junho 2016

Comitiva da DAerM participa de reunião de acompanhamento do Programa FX-2 da FAB

Marinha do Brasil

Foi realizada na cidade de Linköping, na Suécia, no período de 16 a 20 de maio, a reunião de acompanhamento do Programa FX-2 da Força Aérea Brasileira (FAB), que prevê a aquisição de aeronaves de caça com transferência de tecnologia para o Brasil. A Marinha do Brasil (MB) participou da reunião com o propósito de obter conhecimentos fundamentais relacionados à negociação para a aquisição da aeronave Gripen NG pela Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC/FAB) e a atualização do estudo preliminar de viabilidade de uma futura versão naval do modelo, denominado Sea Gripen, constante no Acordo de Compensação Industrial. 


Comitiva da MB junto a representantes da empresa sueca SAAB e da COPAC/FAB

Durante o evento, a comitiva da MB, composta pelo Diretor de Aeronáutica da Marinha, Vice-Almirante Carlos Frederico Carneiro Primo, e por representantes da Marinha na COPAC e da Diretoria-Geral do Material da Marinha, teve a oportunidade de participar da cerimônia de rollout (apresentação) do Gripen E, versão que foi adquirida pela FAB. A cerimônia de apresentação teve grande repercussão internacional na mídia especializada, contando com as presenças do Ministro da Defesa da Suécia, do Comandante da Força Aérea Brasileira, dentre outras personalidades e autoridades de diversos países.

Paralelo ao evento, a comitiva da Marinha realizou uma visita à Universidade de Linköping, com o objetivo de verificar sua principal área de atuação, capacidades e as possibilidades de futuro estreitamento de informações com a MB. Durante as visitas às instalações e aos laboratórios da universidade, pôde ser observada a excelência nos recursos instrucionais disponíveis e os projetos desenvolvidos pelos alunos e professores, em parceria com a indústria aeronáutica daquele país, contribuindo para o círculo virtuoso de cooperação e sinergia entre a academia e a indústria.
 



Troca de militares na Venezuela preocupa Brasil

Andreza Matais e Marcelo de Moraes | Estadão

A substituição dos comandos militares na Venezuela fez acender uma luz amarela no governo brasileiro. Há dois cenários preocupantes: uma eventual crise interna entre os militares no país vizinho ou uma guerra civil branda. 


Tanque do Exército venezuelano durante desfile em comemoração aos 200 anos da independência do país em 2011. Foto: ARIANA CUBILLOS/AP


O governo pensa em buscar o apoio de regimes bolivarianos como Bolívia e Equador para acionar a Unasul e negociar uma solução para a crise. Avalia que, apesar de aliados de Nicolás Maduro, pode haver uma ação conjunta porque não interessa a Bolívia e Equador uma crise militar na Venezuela.


O Estado Islâmico agora tem um recrutador de brasileiros: Ismail al-Brazili

Relatório da Abin revela que o grupo extremista faz esforços para obter seguidores no Brasil – e que o país está exposto a um ataque terrorista


Rodrigo Rangel | Veja

A tragédia de Orlando mostra que o extremismo, aliado à tecnologia, produz terroristas que podem atacar a qualquer momento, em qualquer lugar. E o Brasil não está a salvo. Ao menos é essa a avaliação do serviço secreto brasileiro que consta de um relatório reservado distribuído às autoridades envolvidas na montagem da segurança da Olimpíada do Rio de Janeiro e obtido com exclusividade por VEJA. O terrorismo 3.0, que arregimenta militantes remotamente com as facilidades de comunicação e as garantias de sigilo oferecidas pela internet, exorta aqueles mais radicais a realizar atentados por conta própria. Por isso, é uma das principais fontes de ameaça aos Jogos. Mais que uma simples hipótese, agora há razões concretas para elevar o alerta. A principal delas é a constatação de que grupos extremistas, em especial o Estado Islâmico, têm empreendido esforços não apenas para recrutar seguidores no país como também para deixar alguns deles em condições de agir a qualquer momento. 


Trecho de relatório reservado distribuído às autoridades envolvidas na montagem da segurança da Olimpíada do Rio de Janeiro e obtido com exclusividade por VEJA
Trecho de relatório reservado distribuído às autoridades envolvidas na montagem da segurança da Olimpíada do Rio de Janeiro e obtido com exclusividade por VEJA(VEJA/VEJA)

Até recentemente, a única ameaça concreta ao Brasil conhecida era um texto de 67 caracteres escrito numa rede social por Maxime Hauchard, um dos chefões do Estado Islâmico. "Brasil, vocês são o nosso próximo alvo", dizia a mensagem, em francês, publicada dias após os atentados de novembro de 2015 em Paris. No fim do mês passado, o Estado Islâmico criou um canal de propaganda em língua portuguesa dentro de um aplicativo na internet. Inaugurado com a publicação de um discurso do porta-voz do grupo, funciona como uma agência de notícias e veicula, todos os dias, fotos, vídeos e textos com informações das frentes de combate da organização. O material, invariavelmente, faz a apologia da crueldade e alia as já conhecidas práticas do grupo à retórica religiosa radical. Os ataques à coalizão que combate os jihadistas do EI no território conflagrado entre a Síria e o Iraque são comemorados como feitos épicos: da "perfeita emboscada" contra uma patrulha egípcia ao "ataque-surpresa" que matou dezessete "apóstatas" das forças oficiais, tudo é narrado com cores fortes. A propaganda apela à conversão. É um chamamento a novos soldados.

Desde que foi criado, o canal em português vem sendo monitorado de perto pelas autoridades brasileiras, que contam com o auxílio de serviços secretos estrangeiros - alguns deles, como a americana CIA, têm agentes trabalhando no Brasil há meses com a missão de detectar ameaças à Olim­píada e às delegações de seus países.

O maior desafio é identificar os responsáveis pela estratégia de recrutamento de brasileiros. Em parceria com a revista portuguesa Sábado, VEJA descobriu que um dos alvos prioritários da vigilância, neste momento, é um militante do Estado Islâmico que se identifica nas redes de propaganda do grupo como Ismail Abdul Jabbar Al-Brazili - ou, simplesmente,

"O Brasileiro"


É ele um dos responsáveis, por exemplo, por abastecer com textos em português o canal de propaganda recém-criado. Há indicações de que Al-­Brazili não tem o Brasil apenas no nome de guerra - de acordo com informações oficiais, ele seria, de fato, um combatente brasileiro do EI.

Al-Brazili é um personagem bastante ativo na web. Nos últimos meses, abriu diferentes perfis em redes sociais. Frequentemente, assim que descobertos, os perfis são fechados a pedido das autoridades. Ele, então, abre novos. Semanas atrás, coube a Al-Brazili convocar, por meio de outros canais de comunicação do EI na internet, interessados em ajudar na tradução de textos do grupo para o canal em português. O militante, que mantém ainda dois blogs, diz ter sido recrutado para o Estado Islâmico por Abu Khalid Al-­Amriki, um americano que teria caído em combate na Síria. Ele promete vingar a morte do amigo. Além de fazer propaganda do grupo extremista, Al-­Brazili se apresenta como alguém capaz de facilitar o acesso de simpatizantes às fileiras do grupo - nos posts, ele costuma informar como os interessados podem contatá-lo por meios seguros de comunicação. 


Trecho de relatório reservado distribuído às autoridades envolvidas na montagem da segurança da Olimpíada do Rio de Janeiro e obtido com exclusividade por VEJA
Trecho de relatório reservado distribuído às autoridades envolvidas na montagem da segurança da Olimpíada do Rio de Janeiro e obtido com exclusividade por VEJA(VEJA/VEJA)

As autoridades têm motivos para acreditar que o proselitismo vem funcionando - e há casos suficientes para concluir que não se trata de platitudes apenas. Há dois meses agentes da Divisão Antiterrorismo (DAT) da Polícia Federal baseados em Brasília investigam o desaparecimento da estudante paraense Karina Ailyn Raiol, de 20 anos. Recém-convertida ao islamismo, Karina saiu de casa dizendo que iria para a faculdade e nunca mais voltou. Só depois os pais descobriram que ela havia tirado passaporte às escondidas e tomado um voo internacional rumo à Turquia. O dinheiro para as passagens veio do exterior, de fonte desconhecida. A suspeita é que a estudante tenha sido recrutada pelo Estado Islâmico. Mensagens trocadas por Karina dias antes da viagem e obtidas por VEJA mostram que ela tinha simpatia pela causa. Numa delas, a estudante diz que "se juntar aos grupos terroristas é a única forma de lutar" contra o que chama de injustiças na "terra do Islã".

Hoje, ao menos trinta suspeitos de ligação com o terrorismo são vigiados de perto pelos agentes oficiais no Brasil. Em outro caso, também a cargo da divisão antiterror da PF, foi preciso recorrer a uma medida de emergência: após a descoberta de que um universitário de 23 anos de Chapecó (SC) havia ficado três meses numa cidade síria dominada pelo EI, e que na volta ele passava as madrugadas em treinos de tiro ao alvo, os policiais pediram à Justiça que autorizasse o monitoramento do suspeito em tempo real, 24 horas por dia, por meio de uma tornozeleira eletrônica.

Dono de um serviço de entrega de comida árabe e estudante de economia, Ibrahim Chaiboun Darwiche usa a tornozeleira desde o dia 27 de maio. Ele está proibido de se aproximar de escolas, aeroportos ou outros lugares com grande concentração de pessoas. A medida vale até os Jogos, mas pode ser estendida, a depender do desenrolar das investigações. Na semana passada, soube-se que o sírio Jihad Ahmad Deyab, que cumpriu pena na prisão americana de Guantánamo por seus vínculos com a organização terrorista Al Qaeda e estava asilado no Uruguai, agora está vivendo no Brasil.

Essa profusão de notícias fez acender a luz amarela. Diz o relatório da Abin: "A disseminação de ideário radical salafista entre brasileiros, aliada às limitações operacionais e legais em monitorar suspeitos e à dificuldade de neutralizar atos preparatórios de terrorismo, aponta para o aumento, sem precedentes no Brasil, da probabilidade de ocorrência de atentados ao longo de 2016, especialmente por ocasião dos Jogos Rio 2016". A partir de uma fórmula matemática que leva em conta diferentes variáveis para calcular os riscos, a Abin conclui que a ameaça de atentados no país durante os Jogos Olímpicos alcança o patamar 4 numa escala que vai de 1 a 5 - 5 representa a certeza de que haveria um ato terrorista em preparação. No mesmo relatório, as autoridades confessam suas "limitações operacionais" para prevenir o pior.

Aumento 'sem precedentes' da probabilidade de atentados no país

O relatório da Abin afirma que o Brasil nunca esteve tão exposto ao risco de um atentado terrorista. Segundo a agência, simpatizantes do Estado Islâmico no Brasil têm recorrido a estratégias de comunicação para driblar as autoridades, o que indica que pode haver um ato extremista em preparação. No documento, a Abin admite as "limitações operacionais" dos órgãos de segurança para fazer frente à ameaça terrorista no país

Perigo dos "lobos solitários":

De acordo com a Abin, a possibilidade de atentados sofisticados como o de 11 de Setembro de 2001 nos Estados Unicos já não preocupa mais. O temor maior vem da ameaça de militantes recrutados à distância, que agem por conta própria e não dependem de muitos recursos para causar grandes estragos - como o massacre da semana passada em Orlando.



Nota do Comando da Aeronáutica sobre a extinção do COMAR II

Poder Aéreo

Prezado Alexandre Galante,

A respeito da notícia “Extinção do Segundo Comando Aéreo Regional (COMAR II)“, publicada no dia 8 de junho, é importante esclarecer alguns pontos sobre o processo de reestruturação da Força Aérea Brasileira (FAB) e a lotação de militares no estado de Pernambuco. 


Cindacta III - Recife 2
 

É certo que, conforme o projeto “Força Aérea 100”, voltado para o aprimoramento da gestão da Força Aérea Brasileira até o seu aniversário de 100 anos, daqui a 25 anos, haverá mudanças em unidades militares e também uma redistribuição de efetivos no território nacional. O foco será fortalecer a atividade-fim da instituição, que é a defesa do espaço aéreo, otimizando recursos e ampliando a presença onde se faz mais necessário.

Esse é um dever da Força Aérea Brasileira com todos os brasileiros para garantir a segurança do espaço aéreo e ajudar a coibir crimes como o tráfico internacional de drogas. Para isso, a redistribuição de efetivos é prevista na Estratégia Nacional de Defesa, que enxerga o papel atual e futuro das Forças Armadas brasileiras. De fato, a presença em cidades como Recife, Natal e Fortaleza remete à criação da FAB, em 1941, em meio da Segunda Guerra Mundial, com voltado para a chamada Batalha do Atlântico, diferente, portanto, do cenário estratégico do Século XXI.

Vale salientar, contudo, que a redução de efetivo no Recife não se dará conforme publicado pelo jornal Folha de Pernambuco.

Ao contrário do divulgado, o efetivo da Força Aérea Brasileira na cidade não é superior a sete mil servidores. Na realidade, este número se refere a todos os militares da área do Segundo Comando Aéreo Regional (II COMAR), que envolve os estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. Menos da metade deste número trabalha na capital pernambucana.

Além disso, o processo de reestruturação não irá afetar o Terceiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA III), a maior unidade atualmente sediada no Recife. Também é previsto manter o Hospital de Aeronáutica e a Odontoclínica de Aeronáutica de Recife, unidades fundamentais para apoiar o contingente de militares da ativa e inativos que residem na região, além de dependentes e pensionistas. Da mesma forma, não haverá alterações nos efetivos sediados em Fernando de Noronha e em Petrolina.

A Base Aérea do Recife também não será desativada. O efetivo será reduzido, contudo, será mantida a capacidade de apoiar desdobramentos de unidades aéreas e todas as operações a serem realizadas na região. Áreas militares, como as ocupadas pelo Parque de Material de Aeronáutica do Recife, já desativado, deverão passar para administração de outros órgãos da União.

É importante salientar que essa transferência de área patrimonial viabilizará a ampliação do Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre, algo primordial para alavancar o desenvolvimento de todo o estado de Pernambuco. Áreas também poderão ser cedidas para o poder público estadual e municipal, mediante permutas ou compensações.

Por fim, cabe ressaltar que a reestruturação da Força Aérea Brasileira atende às demandas de todos os brasileiros, que contarão com uma Força Aérea mais capacitada, mais operacional e ainda mais focada em servir à população.

Atenciosamente,
Brigadeiro do Ar Ary Soares Mesquita
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica



Boeing 767 da FAB está em processo final de pintura

Aeronave deverá chegar ao Brasil antes dos Jogos Olímpicos e deverá apoiar a movimentação de tropa


AeroMagazine

O primeiro Boeing 767-300ER da FAB está em processo final de pintura e adequação. A aeronave arrendada da Colt Transportes S.A., deverá servir temporariamente ao Esquadrão Corsário (2º/2º GT), sediado no Rio de Janeiro. 



 

O contrato de locação foi assinado no último dia 08, em Washington D.C., Estados Unidos e tem valor de U$ 19,777 milhões, com duração de três anos, prorrogável por mais um. O valor ainda inclui a manutenção e o seguro da aeronave.

“A locação é emergencial e provisória, sendo considerada neste momento, a modalidade mais vantajosa para o país. O processo obedeceu aos preceitos da Lei 8.666 e foi realizado nos Estados Unidos porque lá existe maior oferta de aeronaves deste tipo. É um projeto importante para a FAB e para o Brasil”, afirmou o Brigadeiro André Luiz Fonseca e Silva, chefe do Centro Logístico da Aeronáutica.

O Boeing 767-300ER permitirá à FAB cumprir, com mais eficiência, as diversas atividades como a troca do contingente militar brasileiro que atua nas missões de paz no Haiti e no Líbano, o eventual transporte de delegações e contingentes militares nos Jogos Olímpicos Rio 2016, resgate de nacionais em áreas de conflito, atividades científicas e humanitárias, além de outras missões que exijam o apoio das Forças Armadas.

O Boeing 767-300ER alugado pela FAB possui capacidade para 254 passageiros e payload de 43,8 toneladas. A força aérea ainda espera o orçamento para a aquisição de quatro aeronaves do mesmo modelo, que serão convertidas para missões de reabastecimento em voo e apoio aéreo estratégico.



Helicóptero do exército da Colômbia cai e 17 militares morrem

Primeiras hipóteses relacionam o acidente ao mau tempo.
É o pior acidente da aviação militar registrado na Colômbia.


Reuters

Dezessete militares que viajavam em um helicóptero Mi-17 de fabricação russa morreram quando a aeronave caiu em uma região montanhosa do centro da Colômbia, aparentemente devido às más condições climáticas, informou nesta segunda-feira (27) o Exército Nacional colombiano.




O helicóptero se acidentou no domingo perto do município de Pensilvania, no Estado de Caldas, localizado na Cordilheira Central dos Andes colombianos, 180 quilômetros ao noroeste da capital Bogotá.

"As primeiras hipóteses indicam que o acidente poderia estar relacionado com o mau tempo naquela região", disse um comunicado do Exército.

O helicóptero caído se deslocava entre a cidade de Quibdó, a capital do Estado de Chocó, e a base militar de Tolemaida, no centro do país.

Trata-se do pior acidente da aviação militar registrado na Colômbia desde que 16 policiais morreram em agosto, quando o helicóptero UH-60 Black Hawk norte-americano em que voavam caiu em uma região de selva no noroeste do país durante uma operação contra o narcotráfico.

As Forças Armadas da Colômbia têm dezenas de helicópteros Mi-17 e Black Hawk usados na ofensiva contra as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), as gangues de criminosos e o narcotráfico em meio a um conflito interno de mais de meio século que deixou mais de 220 mil mortos.



20 junho 2016

Explosões em ônibus e mercado deixam mortos no Afeganistão

Ônibus atingido em Cabul transportava nepaleses.
Mercado lotado também foi alvo de ataque em Badakhshan.


Do G1, em São Paulo

Mais de 20 pessoas foram mortas por ataques a bomba que aconteceram em Cabul e Badakhshan, no Afeganistão, nesta segunda-feira (20). Os alvos foram um ônibus e um mercado, segundo a Reuters. 


Forças de segurança do Afeganistão examinam marcas de sangue em microônibus que sofreu atentado terrorista em Cabu (Foto:  REUTERS/Omar Sobhani)
Forças de segurança do Afeganistão examinam marcas de sangue em microônibus que sofreu atentado terrorista em Cabu (Foto: REUTERS/Omar Sobhani)


Em Cabul, um homem-bomba atacou um micro-ônibus que levava prestadores de serviços de segurança nepaleses na capital afegã. Ao menos 14 pessoas morreram e 8 ficaram feridas.

A polícia trabalha para identificar as vítimas, segundo o porta-voz do Ministério do Interior, Sediq Sediqqi, disse no Twitter. A explosão aconteceu no horário de pico da manhã.

Os talibãs reivindicaram o ataque suicida "contra os invasores estrangeiros" em mensagem divulgada por um de seus porta-vozes, Zabiullah Mujahid, na qual afirmou que "mais de 20 guardas foram mortos e feridos", segundo a Efe.


Horas mais tarde, uma bomba colocada em uma motocicleta matou pelo menos oito civis e feriu outras 18 pessoas em um mercado lotado de Badakhshan, província do norte afegão, disse o porta-voz do governo provincial, Naveed Frotan, que informou que o saldo de mortos pode aumentar. 


Os ataques são os mais recentes de uma escalada da violência que ressalta os desafios enfrentados pelo governo afegão em Cabul e por seus apoiadores estrangeiros, no momento em que Washington retira paulatinamente suas últimas tropas do país, apesar de uma insurgência persistente.




03 junho 2016

Forças iraquianas tomam controle de cidade próxima a Faluja

Ofensiva liberou cidade de Al Azqriya, a 12 quilômetros de Faluja.
Faluja está em mãos da organização radical desde o começo de 2014.


EFE

As forças iraquianas recuperaram nesta sexta-feira (3) o controle de uma população ao noroeste da cidade de Faluja, no marco de sua ofensiva para expulsar o grupo terrorista Estado Islâmico (EI) da zona, informou à Agência Efe uma fonte de segurança.


Civis fogem de Faluja cruzando o rio Eufrates, na quinta-feira (2), durante confrontos entre as forças de segurança iraquianas e militantes do Estado Islâmico (Foto: AP)
Civis fogem de Faluja cruzando o rio Eufrates, na quinta-feira (2), durante confrontos entre as forças de segurança iraquianas e militantes do Estado Islâmico (Foto: AP)

Uma força conjunta integrada por membros do exército, polícia e milícia xiita Multidão Popular, com o apoio da aviação governamental, libertou a cidade de Al Azqriya, localizada a 12 quilômetros de Faluja.

Os uniformizados e milicianos enfrentaram os jihadistas e provocaram a morte de dezenas deles, causaram ferimentos e destruíram vários de seus veículos, acrescentou a fonte.

Desta forma, as forças governamentais seguem avançando ao norte e noroeste de Faluja, com o objetivo de tomar o controle total da zona e para poder cortar as vias de provisões do EI desde este flanco.

Por outro lado, cerca de 70 famílias conseguiram escapar da cidade de Faluja nas últimas 24 horas através do rio Eufrates, disse a fonte de segurança consultada pela Agência Efe.

As forças iraquianas ajudaram esses deslocados e os transferiram até a zona de Ameriyet al Faluja, 10 quilômetros ao sul da cidade, onde levantaram acampamentos para alojar os civis que abandonaram suas casas.

Segundo a ONU, cerca de 50 mil civis permanecem presos em Faluja, 20 mil deles crianças.

Desde 23 de maio, as forças iraquianas foram estreitando o cerco em torno da cidade, mas ainda não puderam penetrar em seu núcleo urbano devido à presença de dezenas de civis, assim como pela resistência do EI em seu interior.

Faluja está em mãos da organização radical desde o começo de 2014.



EUA enviam à fronteira russa aviões que bombardearam Iugoslávia

Vários sites britânicos de aviação acabam de informar que dois bombardeiros da Força Aérea americana B-52 que participarão de treinamentos da OTAN na região báltica tinham estado envolvidos na operação contra a Iugoslávia em 1999.


Sputnik

De acordo com a mídia, os aviões, com números de bordo 60-0037 e 60-0044, foram enviados, na altura dos acontecimentos tristes de 1999, à base aérea de Fervord no Reino Unido. Dali, eles realizaram voos contra alvos na Sérvia e Montenegro.


Bombardeiro estratégico americano B-52 Stratofortress
Boeing B-52 Stratofortress © flickr.com/ manhhai

Lembramos que, durante os cerca de três meses de bombardeios, de acordo com vários dados, morreram até 4.000 pessoas, entre eles cerca de 90 crianças.
Cabe mencionar também que nesta quinta-feira (2) os EUA enviaram à Europa dois bombardeiros estratégicos subsônicos B-52 de longo raio de ação para participar dos exercícios da Aliança Atlântica Baltops 2016 e Saber Strike 2016.

Ambos os exercícios serão realizados nos Bálcãs.

Inicialmente deveriam ser enviados três aviões à Europa, mas um B-52 não conseguiu atingir a Estônia por razão de uma avaria e foi obrigado a retornar à base nos EUA.



Pentágono anuncia duas missões de vigilância antissubmarina no Mar Negro

Aviões de vigilância antissubmarina P-3C Orion fez duas missões sobre o Mar Negro a partir do porto romeno de Constanta na semana passada, informou a Marinha dos Estados Unidos em comunicado nesta sexta-feira (3).


Sputnik

"Estas operações de rotina e interações com nossos aliados são uma parte vital da nossa missão de aumentar a segurança marítima e a estabilidade no Mar Negro", afirmou o comandante da missão, tenente Greg Syers.




As duas missões aconteceram entre 26 e 30 de maio como parte do treinamento bilateral entre EUA e Romênia para melhorar suas respectivas capacidades de guerra antissubmarina.

O P-3C é equipado com sensores de detecção de submarinos avançados e realiza missões de longo alcance, por mais de 2.300 milhas náuticas.


Exército iraquiano perde dezenas de soldados em atentados suicidas em Fallujah

Pelo menos 40 soldados do Exército iraquiano morreram em vários ataques suicidas no norte da cidade de Fallujah nesta sexta-feira (3).


Sputnik


Os atentados foram perpetrados por militantes do Daesh, autodenominado Estado Islâmico, que lutam contra as Forças Armadas iraquianas. 


Exército iraquiano em ofensiva para retomar Fallujah

Exército iraquiano em ofensiva para retomar Falujah © AP Photo/ Khalid Mohammed

Fallujah, localizada a cerca de 70 quilômetros a oeste de Bagdá, caiu nas mãos do grupo terrorista em 2014 e desde então é considerada a capital dos jihadistas no Iraque. Na semana passada, o governo iraquiano anunciou o início de uma operação em larga escala para retomar a cidade e toda a província de Al-Anbar.