08 fevereiro 2017

Forças dos EUA atingem mais alto estado de prontidão no Golfo Pérsico, mas por quê?

As forças dos EUA no Golfo Pérsico "estão em alto estado de prontidão", preocupando-se com agilidade técnica e pessoal em meio às crescentes tensões com Irã, comunicou à Sputnik Internacional o Departamento de Defesa norte-americano.


Sputnik

Na semana passada, o conselheiro de segurança nacional da Casa Branca, Michael Flynn, informou que os EUA estão atentamente acompanhando as atividades do Irã, após a realização de teste de míssil balístico por Teerã no dia 29 de janeiro. 


Navios no Golfo Pérsico, 21 de maio de 2013, exercícios militares
Navios no Golfo Pérsico © flickr.com/ Departamento da Defesa dos EUA

"Prontidão é um conceito mal compreendido", comunicou à Sputnik Internacional o Departamento da Defesa dos EUA. "Por exemplo, os navios despreparados da Marinha estão sendo consertados ou modernizados, ou estão sendo realizadas mudanças estruturais do pessoal", afirma o comunicado.

Sempre há uma porcentagem das forças dos EUA que não ficam em estado de "prontidão", acrescentou Michael Flynn.

Mais anteriormente, o vice-chefe de operações navais, o almirante Wiliam Moran, dividiu em uma audiência no Congresso sua preocupação quanto ao despreparo da Marinha dos EUA evidenciado, segundo ele, na lentidão da mesma, nos danos desnecessários ao equipamento e no treinamento de péssima qualidade dos operadores. Segundo Morgan, a Marinha norte-americana não conseguirá servir o país de forma satisfatória devido à falta de modernização.

Presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que os recentes testes de mísseis do Irã violam o Plano de Ação Conjunto Global, no âmbito do qual, Teerã se comprometeu a interromper o desenvolvimento de armas nucleares, recebendo em troca a suavização das sanções.



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