Estados Unidos estão tentando reforçar sua posição no Mediterrâneo, diz mídia

Os norte-americanos pretendem gastar US$ 1,4 trilhão na melhoria das relações com Israel, Grécia e Chipre para construir um gasoduto do leste do mar Mediterrâneo até a Itália.


Sputnik

Os congressistas norte-americanos pretendem reforçar a posição dos EUA no mar Mediterrâneo através da melhoria das relações com Israel, Grécia e Chipre. O objetivo é enfrentar a Turquia e a Rússia na região, escreve o jornal The Hill. O pacote de medidas estará incluído em uma lei de financiamento no valor de US$ 1,4 trilhão (R$ 5,68 trilhões).

Cruzador da classe Ticonderoga USS Leyte Gulf (CG 55) navegando do lado direito do navio de apoio de combate rápido USNS Arctic (T-AOE 9) no Mediterrâneo
© AFP 2019 / Jason Waite / Escritório de Informação da Marinha / Marinha dos EUA

Devido ao fato de que os EUA não poderão bloquear o projeto Nord Stream 2 (Corrente do Norte 2), mesmo com sanções, os americanos poderão considerar como solução o gasoduto EastMed (Projeto de Gasoduto do Mediterrâneo Oriental), que foi discutido na Conferência Ministerial sobre Energia em Atenas.

No âmbito desse projeto do gasoduto, o governo grego deverá se aproximar de Israel e "dará aos EUA uma oportunidade" de competir com a Rússia no mercado europeu do gás. O gasoduto deverá atravessar a Grécia antes de chegar a Itália.

"Ao levantar o embargo de armas dos EUA ao Chipre e ao expandir a assistência militar necessária à Grécia, a legislação visa uma abordagem abrangente da estabilidade dos principais parceiros regionais", disse o senador Marco Rubio, um dos autores da iniciativa.

As medidas propostas também permitirão controlar as ambições da Turquia na região, segundo a fonte.

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