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Arábia Saudita pretende restaurar produção perdida de petróleo até segunda-feira

A Arábia Saudita pretende restaurar o terço da produção de petróleo perdida devido a ataques de drones em suas instalações de refino até segunda-feira.
Sputnik

Nas primeiras horas do sábado, duas refinarias da Saudi Aramco, em Abqaiq e Khurais, foram atacadas por drones. Como resultado, a produção de 5,7 milhões de barris de petróleo por dia foi suspensa.

"Devemos conseguir ser capazes de ter 2 milhões de barris por dia online já amanhã", disse uma autoridade saudita, citada pelo Wall Street Journal.

"Mas estamos garantindo que o mercado não sofra escassez até estarmos totalmente online novamente", acrescentou a fonte.

O ataque com drones causou incêndios maciços em duas instalações de petróleo da petrolífera Saudi Aramco no sábado (14). Os incêndios, em particular, atingiram a refinaria de Abqaiq, na província oriental, e uma instalação de processamento de petróleo perto do campo de petróleo de Khurais, localizada a cerca de 160 quilômetros a leste de Riade.

Cientista político búlgaro: 'EUA obrigaram-nos a comprar caças F-16'

A Bulgária foi forçada a escolher os caças F-16 por causa de sua dependência dos EUA, disse Andrei Raichev, cientista político búlgaro e autor de obras de sociologia.


Sputnik

Segundo Raichev, a Bulgária praticamente não tem forças armadas próprias, por isso tem de confiar nos EUA em matéria de segurança nacional. Também não há forças armadas na Europa, considera também Rajchev.

Caças F-16
© Sputnik / Aleksei Vitvitsky

"Em geral, eles nos forçaram a fazê-lo [...] A Bulgária não tem exército. Praticamente. A Bulgária não tem forças próprias para se proteger. Somos protegidos pelos EUA. Isto é um fato. Por isso, a palavra deles é o mais importante", disse o cientista político na bTV.

Raichev também expressou a opinião que no momento todos, tanto o ministro da Defesa como o primeiro-ministro, que são a favor da compra dos F-16, como o presidente do país, que critica os termos do acordo, estão tentando preservar sua dignidade, já que a Bulgária terá que em qualquer caso assinar contratos para a compra de aviões, armas e equipamentos.

Prioridades da Bulgária

A opositora de Raichev no debate, a professora de psicologia política Antoaneta Hristova, disse que a escolha da Bulgária deveria basear-se principalmente na sua adesão à OTAN e não no preço dos aviões.

A primeira prioridade é o preço e a segunda é a relação qualidade-preço", disse Hristova. Hristova também está convencida que a Bulgária não escolheu o Gripen sueco porque a Suécia não é membro da OTAN e é influenciada pela Rússia.

"E não devemos esquecer por que é que a Suécia não é membro da OTAN. Porque existe uma influência da Rússia lá, e a razão consiste em que ela (a Suécia) deve manter o equilíbrio", concluiu Hristova.

Anteriormente, o presidente búlgaro Rumen Radev vetou a ratificação dos acordos sobre os F-16. O Parlamento os votará novamente na sexta-feira (26). O partido governante acredita que o veto presidencial pode ser facilmente ultrapassado.

O custo dos oito aviões de combate é de quase 1,26 bilhões de dólares, os primeiros seis aviões serão entregues em 2023, outros dois – nos primeiros três meses de 2024.

Infraestruturas búlgaras usadas pela OTAN

A Bulgária tem quatro bases de utilização conjunta com os países da OTAN – as bases aéreas de Bezmer e de Graf Ignatievo, bem como o campo de treino de Novo Selo e um armazém em Aytos.

De acordo com a ex-embaixadora dos EUA na Bulgária, Marcie Reece, no âmbito do acordo de cooperação na área da defesa entre os países, os EUA investiram mais de US$ 60 milhões em infraestruturas e reparo dessas instalações.

Os opositores do acordo dos F-16 afirmaram muitas vezes que os EUA, utilizando estas bases militares gratuitamente, poderiam oferecer à Bulgária esses aviões de combate.

Aviao F-16D Fighting Falcon - HOBBYBOSS

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