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Arábia Saudita pretende restaurar produção perdida de petróleo até segunda-feira

A Arábia Saudita pretende restaurar o terço da produção de petróleo perdida devido a ataques de drones em suas instalações de refino até segunda-feira.
Sputnik

Nas primeiras horas do sábado, duas refinarias da Saudi Aramco, em Abqaiq e Khurais, foram atacadas por drones. Como resultado, a produção de 5,7 milhões de barris de petróleo por dia foi suspensa.

"Devemos conseguir ser capazes de ter 2 milhões de barris por dia online já amanhã", disse uma autoridade saudita, citada pelo Wall Street Journal.

"Mas estamos garantindo que o mercado não sofra escassez até estarmos totalmente online novamente", acrescentou a fonte.

O ataque com drones causou incêndios maciços em duas instalações de petróleo da petrolífera Saudi Aramco no sábado (14). Os incêndios, em particular, atingiram a refinaria de Abqaiq, na província oriental, e uma instalação de processamento de petróleo perto do campo de petróleo de Khurais, localizada a cerca de 160 quilômetros a leste de Riade.

Publicado VÍDEO da intercepção de aviões russos sobre o mar do Japão por caças sul-coreanos

Militares da Rússia e da China realizaram a primeira missão conjunta de patrulhamento aéreo na região do Pacífico, mas teve lugar um incidente de intercepção por caças sul-coreanos.


Sputnik

Um grupo constituído por dois bombardeiros estratégicos Tu-95MS da Força Aeroespacial da Rússia e dois bombardeiros chineses realizou um patrulhamento aéreo seguindo uma trajetória planejada sobre as águas do mar do Japão e do mar da China Oriental.


Bombardeiro estratégico russo Tu-95MS
Tupolev Tu-95 MS © Sputnik / Sergei Pivovarov

Antes, Seul tinha declarado que um avião russo A-50 violou por duas vezes o espaço aéreo do país sobre o mar do Japão na região das ilhas de Dokdo, o que teria obrigado a Força Aérea da Coreia do Sul a enviar caças F-16K e F-15K para interceptar o avião russo. Além disso, estes caças lançaram alegadamente 20 foguetes de sinalização e dispararam 360 tiros de metralhadora como advertência.

Segundo os militares sul-coreanos, umas horas antes da ocorrência, os dois aviões chineses realizaram um voo na zona de identificação da defesa antiaérea da Coreia do Sul, depois eles teriam saído da zona e voltado com os dois aviões russos Tu-95.

Segundo o Ministério da Defesa da Rússia, os aviões estratégicos Tu-95MS não violaram o espaço aéreo da Coreia do Sul, mas realizaram um voo sobre águas neutras do mar do Japão, enquanto os caças sul-coreanos realizaram manobras pouco profissionais quando cruzaram a trajetória dos bombardeiros da Força Aeroespacial russa, pondo em risco a segurança deles.

De acordo com o ministério russo, os aviões russos e chineses "agiram de acordo com as provisões do direito internacional".

Além disso, o ministério declarou que os militares da Coreia do Sul já tentaram impedir voos da aviação russa sobre as águas neutras do mar do Japão, se referindo a uma "zona de identificação da defesa antiaérea" estabelecida unilateralmente pelo país asiático.

Representantes do ministério sublinharam que zonas deste tipo não estão previstas pelas regras internacionais e não são reconhecidas pela Rússia, e que o lado sul-coreano já foi informado sobre isso várias vezes.




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