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No Dia da Amazônia Azul, Marinha troca celebrações por combate ao óleo no litoral

Comemoração, realizada todos os anos no dia 16 de novembro, deu lugar à busca e contenção da substância que chegou a dez estados brasileiros.
Por Pedro Alves e Beatriz Castro | G1 PE e TV Globo

Em 2019, o Dia Nacional da Amazônia Azul é celebrado neste domingo (16). Anualmente, desde 2015, a Marinha do Brasil realiza uma comemoração para lembrar da importância do mar brasileiro. Neste ano, porém, diante do desastre ambiental causado pelas manchas de óleo no litoral, os esforços são concentrados no combate à substância, em uma ação chamada "Operação Amazônia Azul, Mar limpo é Vida!".

A Amazônia Azul é uma zona econômica marítima exclusiva do Brasil. O país tem o direito de explorar cerca de 5,7 milhões de quilômetros quadrados de oceano, o que equivale a, aproximadamente, metade da massa continental brasileira.

Essa área passou a ser chamada de Amazônia Azul justamente para indicar à sociedade a importância dessa faixa do oceano, já que é dela que saem cerca de 85% do petróleo, 7…

Iranianos bradam "Morte à América" em aniversário de invasão da embaixada dos EUA

Milhares de iranianos bradaram “Morte à América” perto da antiga embaixada dos Estados Unidos nesta segunda-feira, o 40º aniversário da invasão da missão, e o chefe do Exército do Irã comparou os EUA a um escorpião venenoso determinado a ferir seu país.


Reuters

DUBAI - A televisão estatal mostrou multidões tomando as ruas ao redor da antiga missão, apelidada de “antro de espiões” após a Revolução Islâmica de 1979. Marchas e protestos estavam sendo realizados em cerca de mil comunidades de toda a nação, disse a mídia estatal.

Resultado de imagem para Manifestantes iranianos marcam 40º aniversário da invasão da embaixa dos EUA em Teerã 04/11/2019 Nazanin Tabatabaee/WANA (West Asia News Agency) via REUTERS
Manifestantes iranianos marcam 40º aniversário da invasão da embaixa dos EUA em Teerã 04/11/2019 Nazanin Tabatabaee/WANA (West Asia News Agency) via REUTERS

Estudantes islâmicos raciais invadiram a embaixada pouco após a queda do xá apoiado por Washington, e 53 norte-americanos foram mantidos como reféns durante 444 dias. Os dois países são inimigos desde então.

“Nossa luta com a América diz respeito à nossa independência, a não se submeter ao assédio, a valores, crenças e nossa religião”, disse o chefe do Exército, general Abdolrahim Mousavi, em um discurso durante a manifestação diante da antiga embaixada.

“Eles (norte-americanos) continuarão com suas hostilidades, como o escorpião venenoso proverbial cuja natureza é picar e não pode ser detido até ser esmagado”, disse Mousavi em comentários transmitidos pela TV estatal.

No domingo, o líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, renovou a proibição das conversas com os EUA, descrevendo os dois países como adversários implacáveis.

“Aqueles que acreditam que negociações com o inimigo resolverão nossos problemas estão 100% errados”, disse.

Enquanto isso, o Parlamento iraniano deu sua aprovação inicial a uma medida que exige que os livros escolares informem os estudantes sobre os “crimes da América”. Parlamentares também bradaram “Morte à América”.

As relações entre os dois países entraram em crise ao longo do último ano desde que o presidente dos EUA, Donald Trump, retirou sua nação de um pacto firmado pelo Irã e por potências mundiais em 2015 conforme o qual Teerã aceitou limites ao seu programa nuclear em troca da suspensão de sanções.

Washington reativou sanções visando deter todas as exportações iranianas de petróleo, dizendo que tenta forçar o regime a negociar um acordo mais abrangente.

Khamenei proibiu as autoridades iranianas de realizarem conversas a menos que os EUA voltem ao acordo nuclear e suspendam todas as sanções.


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