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China: Novo túnel de vento vai ajudar a desenvolver caça de geração próxima até 2035

O novo túnel de vento da China, chamado FL-62, realizou sua primeira operação no dia 26 de maio, em um teste para uma nova aeronave não revelada, que provavelmente será um caça a jato da sexta geração mais avançado que o J-20 e o J-31.
Poder Aéreo


Referindo-se às novas aeronaves, o designer-chefe do jato J-20, Yang Wei, havia dito em um programa televisivo da CCTV que a China projetaria “uma aeronave muito diferente no futuro através da verdadeira inovação”.

O campo de fluxo gerado pelo túnel de vento foi estável e os dados de teste da aeronave foram coletados pela primeira vez, anunciou o Aerodynamics Research Institute, da estatal Aviation Industry Corporation of China (AVIC), em comunicado divulgado nesta terça-feira pelo Global Times.

A China iniciou o trabalho em um caça de última geração a ser apresentado até 2035 ou mais cedo, segundo Wang Haifeng, arquiteto-chefe do Instituto de Pesquisa e Design de Aviões de Chengdu da AVIC em 2019, que também participou do desenvolvimento dos av…

Arábia Saudita mostra danos do ataque a campo petrolífero de Khurais

No momento dos ataques de sábado (14), havia entre 200 e 300 pessoas nas instalações, mas ninguém ficou ferido.


Por G1

A petroleira gigante saudita Aramco permitiu que um grupo de jornalistas visitasse nesta sexta-feira (20) suas instalações em Khurais – um dos campos atingidos pelos ataques que reduziram pela metade sua produção e provocaram uma disparada no preço do combustível.

Instalação de petróleo da gigante petroleira Aramco ficou danificada em ataque em Khurais, na Arábia Saudita — Foto: Hamad l Mohammed/ Reuters
Instalação de petróleo da gigante petroleira Aramco ficou danificada em ataque em Khurais, na Arábia Saudita — Foto: Hamad l Mohammed/ Reuters

No Khurais, os técnicos ainda avaliam os danos causados a um "estabilizador", uma torre de metal que serve para remover gás e hidrogênio do petróleo. Os ataques com mísseis e drones, de acordo com a investigação saudita, também atingiram a unidade de Abqaiq, a maior do mundo dedicada ao processamento de petróleo.

Os ataques foram reivindicados pelos rebeldes iemenitas houthis, que são apoiados pelo Irã no conflito que acontece no Iêmen. Eles enfrentam uma coalizão liderada pela Arábia Saudita, que apoia o governo do Iêmen.

Porém, Washington e Riad acusam o Irã de envolvimento nas ações, gerando um aumento na tensão no Oriente Médio e deteriorando ainda mais a conturbada relação entre EUA e Teerã. O Irã nega as acusações e chegou a afirmar que os Estados Unidos buscam uma desculpa para atacar o seu território.

Fahad Abdelkarim, um dos diretores da Aramco, contou que no momento dos ataques havia entre 200 e 300 pessoas nas instalações. "Houve quatro explosões e vários incêndios. Ninguém ficou ferido", explicou.

Na época do ataque, que reduziu pela metade a produção de petróleo de Riad e causou um aumento nos preços. Nesta segunda-feira (16), o barril de Brent registrou a maior alta durante uma sessão desde a Guerra do Golfo, em 1991.

Retomada da produção

Apesar dos danos, a Aramco está otimista com a retomada total da produção até o final de setembro. "Menos de 24 horas após o ataque, 30% da usina estava operacional. Vamos voltar e ser mais fortes", afirmou.

'Guerra total'

Nesta quinta-feira (19), ministro das Relações Exteriores do Irã, Javad Zarif, disse que haverá uma guerra se o seu país for atacado pelos Estados Unidos ou pela Arábia Saudita. Já o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, respondeu com a afirmação de que seu país busca uma saída pacífica para o incidente.


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